quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Missão de formação técnica em Educação Ambiental em Guiné-Bissau

   
(Nota informativa à Embaixada do Brasil em Guiné-Bissau, pelas técnicas Cláudia Martins e Renata Maranhão, do Departamento de Educação Ambiental, Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, do Ministério do Meio Ambiente, Brasil.)

O “Projeto de Educação Ambiental na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa no Marco da Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável” propõe a cooperação entre os países de língua portuguesa para o fortalecimento da educação ambiental, da qual Angola e Brasil assumiram o papel de coordenadores do eixo, uma das áreas temáticas priorizadas pelos oito, em matéria de ambiente.

Nele se propõe a constituição de dois Centros de Informação e referência em Educação Ambiental - Salas Verdes – em cada país, e a realização de um Seminário CPLP de Educação Ambiental, que reunirá representantes governamentais e da sociedade civil, fornecendo diretrizes para a elaboração de um Programa de Educação Ambiental na CPLP e para a realização de uma Campanha de enfrentamento das Mudanças Climáticas por parte de uma comunidade lingüística, inspiradora de outros grupos de países nesta era dos limites.

A partir da estrutura Sala Verde espera-se a ampliação da comunicação e da troca de experiências em educação ambiental entre os oito países, pelo material didático disponibilizado nesses espaços, e, pela sua conexão em rede através do uso de um computador ligado à internet.

A formação no âmbito do Projeto tem seus pontos altos nos momentos presenciais de missão, quando técnicos dos governos parceiros e de instituições não governamentais se reúnem com os facilitadores/formadores do Projeto.

A mais recente formação teve lugar em Bissau, entre os dias 7 e 9 de outubro, no Centro de Estudos Brasileiros, da Embaixada do Brasil em Bissau, instalações gentilmente cedidas para esse diálogo construtivo de saberes.

Participaram aproximadamente 30 educadores guineenses, de dez diferentes instituições, que discutiram a base conceitual da educação ambiental conforme é entendida e praticada em Guiné-Bissau, a dimensão múltipla dos temas e atores sociais envolvidos no exercício coletivo da educação ambiental, demandas da população guineense e metodologias adequadas à sua realidade ímpar e rica, em termos de biodiversidade e populações humanas.

Questões centrais tais como participação e controle sociais, consumo, gênero e desenvolvimento, conhecimentos tradicionais e conflito pelos recursos naturais, foram trazidas à pauta de discussão, tendo emergido uma série de propostas desafiadoras de intervenção por parte dos grupos ali presentes, como representantes de uma sociedade cada vez mais atenta à importância de uma gestão ambiental democrática e não circunscrita aos limites das fronteiras de um país.

Esta missão de formação foi apenas o piloto do que se pretende seja um processo maior e continuado, o começo de um processo de comunicação intensa com os atores ambientais na Guiné, engajando-os numa concepção de cooperação internacional inovadora, em que todos lideram o processo de formação em momentos distintos, a fim de que também a Guiné-Bissau possa contribuir para essa comunidade lingüística, na área ambiental.
 
Fonte: MMA

terça-feira, 27 de outubro de 2009

DEA e Unesco lançam o II Kit de Publicações de Educação Ambiental

 
Em parceria com a Unesco, o Departamento de Educação Ambiental lança o 2° kit de publicações sobre “Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis: uma Coletânea para Pensar e Agir”.

Constam no kit a 3a edição do Programa Nacional de Educação Ambiental – ProNEA, o livro Encontros e Caminhos vol. II e o livro Os diferentes Matizes da Educação Ambiental – 1997 a 2007. O conteúdo do kit encontra-se disponível na página do MMA, no link Publicações do Órgão Gestor da Educação Ambiental.

O objetivo do kit é contribuir como a estratégia de implementação da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável e fortalecer o processo de Edu
cação Ambiental desenvolvido pelo governo brasileiro em parceria com a UNESCO.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Saiu o Coleciona - Fichário d@ Educador Ambiental Especial Água



terça-feira, 15 de setembro de 2009

Um novo espaço para a EA

   

A educação ambiental agora pode ser acompanhada pelo Twitter.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Brasília sedia o VI Encontro Nacional e Feira dos Povos do Cerrado, de 09 a 13 de setembro


Brasília se tornará palco da maior confraternização entre os povos e comunidades que habitam e conservam o Cerrado. Em sua sexta edição, o Encontro e Feira dos Povos do Cerrado acontecerá entre os dias 09 e 13 de setembro, no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília. O evento objetiva promover o intercâmbio de experiências entre os diversos povos que habitam e utilizam os recursos naturais do Cerrado de forma sustentável, além de apresentar a riqueza do bioma e alertar a sociedade brasileira sobre o crescente processo de degradação que o afeta.

O evento é dividido em dois eixos. Durante o Encontro, serão realizadas oficinas temáticas, painéis, seminários e debates acerca de assuntos inerentes ao Cerrado, seus povos e seus problemas, com a participação de autoridades e especialistas. A Feira, por sua vez, visa expor a diversidade de produtos e experiências em prol de um Cerrado sustentável, incentivando a divulgação e a comercialização de produtos advindos do bioma.

O VI Encontro Nacional e Feira dos Povos do Cerrado começa no dia 09/09, quarta-feira, quando as delegações dos Povos do Cerrado chegam a Brasília. Foram mobilizados mais de 1.300 participantes, representantes de mais de 500 organizações da sociedade civil e de base comunitária nos estados de Tocantins, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Pará e DF.

A abertura oficial acontecerá no dia 10/09, quinta-feira, às 19h. Irão compor a mesa de abertura as seguintes autoridades e lideranças: Carlos Minc, Ministro do Meio Ambiente; Guilherme Cassel, Ministro do Desenvolvimento Agrário; Patrus Ananias, Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Márcio Meira, Presidente da Fundação Nacional do Índio; Jacques Penna, Presidente da Fundação Banco do Brasil; Marina Silva, Senadora; Deputado Pedro Wilson, Deputado Federal; Braulino Caetano dos Santos, Coordenador Geral da Rede Cerrado; Hiparidi Top’Tiro, Coordenador Geral da Mobilização dos Povos Indígenas do Cerrado (MOPIC).

Também no dia 10/09, às 8h30, acontecerá uma audiência pública na Câmara dos Deputados, no Auditório Nereu Ramos. Durante a audiência serão discutidos o Monitoramento e o Plano de Prevenção e Combate ao Desmatamento no Cerrado e, também, o projeto de Emenda a Constituição do Cerrado e Caatinga - PEC Cerrado e Caatinga – que tramita na Câmara dos Deputados desde 1995.

Durante toda a programação do Encontro, serão realizadas oficinas temáticas, painéis, debates e seminários sobre assuntos inerentes às questões socioambientais do Cerrado. Dentre a programação de painéis do Encontro, destaca-se a realização do painel “Contexto socioambiental e econômico do Cerrado”, que acontecerá dia 10/09, quinta-feira, às 15h, e terá a participação da Dra. Mercedes Bustamante, do Instituto de Ciências Biológicas da UNB. A programação de oficinas temáticas é extensa, e ocupará todo o dia 12/09, sábado. As oficinas temáticas contarão com discussões como: O Cerrado na Mídia, Comissão Nacional de Política Indígena, O Rio São Francisco e seus povos, e Unidades de Conservação e Comunidades. Ao longo do evento, acontecerão, ainda, dois seminários: Código Florestal Brasileiro – Propostas e Polêmicas e Universidade e Comunidade.
Informações: http://www.povosdocerrado.com.br/
 

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

FNMA lança novo modelo de incentivos a projetos


Temas selecionados são educação ambiental e recuperação de áreas degradadas


Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) lançou no último dia 21 de agosto o novo modelo de Demanda Espontânea para fomento de projetos a serem realizados em todo o País. As propostas devem ser enviadas por correio ou entregues no protocolo do FNMA, de 1º de outubro a 30 de novembro, das 8h às 18h. A partir deste ano, todos os projetos concorrentes também devem ser inseridos obrigatoriamente, no mesmo período, no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv).

Os projetos devem ser elaborados para a execução no prazo de um ano. Em 2009, os temas selecionados para Demanda Espontânea são educação ambiental e recuperação de áreas degradadas. Os projetos devem apresentar um valor mínimo de R$ 200 mil e máximo de R$ 300 mil. O teto orçamentário estabelecido para atendimento dos projetos é de R$ 3 milhões, a ser repassado em 2010 .

Além do Siconv (www.convenios.gov.br <http://www.convenios.gov.br>), as propostas que serão enviadas pelo correio devem ser elaboradas no FaçaProjetos, um programa de apresentação de projetos que pode ser acessado pelo site do MMA na página do FNMA. Se o projeto for aprovado, a expectativa é de que o proponente possa receber o recurso em parcela única, no ato da liberação do orçamento, já no semestre seguinte.

Os projetos que excederem o teto orçamentário programado para 2010 serão devolvidos. Se o tema da proposta for compatível com as temáticas do ano seguinte, o mesmo projeto poderá ser reapresentado, desde que efetuadas as devidas adequações. Para 2010, serão discutidos os temas da demanda espontânea na primeira reunião do Conselho, que deve acontecer entre março e abril do ano que vem.

As novas regras e orientações para apresentação de projetos serão publicadas na página eletrônica do FNMA - http://www.mma.gov.br/fnma

ASCOM/MMA

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Redes, ambiente e educação ambiental na CPLP


As dinâmicas da conectividade trazem um aporte conceitual muito interessante, para quem trabalha com grupos de pessoas, mais ainda para quem trabalha com grupos de países – redes.

A definição de 'rede', segundo WWF (2004), corresponde a “uma arquitetura plástica, não-linear, aberta, descentralizada, plural, dinâmica, horizontal e capaz de auto-regulação. (...) forma de organização caracterizada fundamentalmente pela sua horizontalidade (...)” (p. 73). Traduzindo-se "ordem" como “o processo de ordenar um conjunto de elementos em razão de um objetivo ou finalidade”, “produzida por uma dinâmica de auto-ajuste recíproco entre cada um dos elementos que compõem a rede, em função de laços de realimentação” (CAPRA, 2001), ela [a ordem] “emerge das relações entre os elementos”, sendo “uma co-produção de todos” (WWF, 2004, p. 74).

Qualquer rede é de natureza única: ao mesmo tempo em que os pontos que a compõem, vistos de forma individual, provêem de distintas formas institucionais de organização, onde “conjuntos de atribuições, papéis, regulamentos, cargos e departamentos” estão presentes, o seu “modo de operação é distinto das formas tradicionais de funcionamento das organizações hierárquicas, burocracias e instituições”, por exibirem princípios tais como a participação voluntária (“pessoas (ou organizações) participam da rede quando querem e porque assim o desejam. (...) decidem compartilhar do projeto coletivo de rede porque acreditam e investem nele”, WWF, 2004, p. 75); autonomia, resultando as normas de “pactos e consensos estabelecidos por todos”; diversidade; isonomia, ou seja, “todos são iguais politicamente, isto é, todos têm direito ao mesmo tratamento e compartilham os mesmos direitos e deveres” (p. 79); insubordinação, exigindo que se “exercite um jeito de trabalhar amplamente baseado em cooperação e decisão compartilhada” (p. 81); desconcentração de poder (“a morfologia da rede evidencia a impossibilidade de se definir um centro para a teia das conexões”, p. 82); e multiliderança, na medida em que os integrantes da rede são pares entre si, convergindo todo o poder da rede para cada nó, conforme as circunstâncias e o momento.

Todos estes príncipios são comuns e coincidentes à educação ambiental (EA) cuja construção se trabalha no 'Projeto de EA na CPLP'. Princípios como alteridade, participação, pertencimento, democracia, emancipação, ética, cidadania, mobilização, precisam estar subjacentes à dinâmica da conectividade. Lembre-se que a horizontalidade característica da rede, longe de implicar uma situação de equilíbrio, impõe enormes desafios ao processo organizativo, obrigando à criação de mecanismos de articulação das multilideranças, articulação que promova sinergia entre os pontos, os conecte e os interligue em um diálogo produtivo, na verdade, um tipo especial de coordenação. Essa funciona apenas como elemento regulador do sistema, articulando as múltiplas lideranças e a devida coordenação de suas ações diferenciadas. O princípio de funcionamento que orienta a coordenação é a democracia, principalmente nos “mecanismos de resolução de conflitos, de construção coletiva de consensos e de decisão compartilhada” (WWF, 2004, p. 87). Apoiada na comunicação, como “insumo necessário para a organização da rede” (p. 86). Por causa da diversidade dos integrantes do grupo e da sua dispersão espacial, a comunicação precisa ser permanente, a fim de que o conjunto seja orgânico e aconteça “troca de fluxos formadores e reguladores, na qual uns vão construindo, moldando, alterando impressões, idéias, visões de mundo, valores e projetos dos outros e vice-versa” (p. 86). Voltando à figura de rede, os pontos são importantes, mas a existência, o exercício e a organicidade da rede dependem das linhas.

A auto-gestão da rede é possível pelo fato de ela poder ser assemelhada a uma “comunidade de propósito”, como referido anteriormente, as pessoas optam por fazer parte de uma rede, em torno de um objetivo comum. Os países participantes do 'Projeto de EA na CPLP' comungam dos propósitos que do projeto fazem parte, sua estrutura, seus objetivos, atividades e metas, princípios e anseios. Essa rede é mantida coesa à medida que o respeito a esses valores, sua atualização e repactuação permanente, acontecem. Isso se dá pela dinâmica das conexões.

A morfologia de uma rede diz-nos ainda como o fluxo de informação – velocidade e qualidade – acontece: “de forma não-linear, para todos os lados; em ondas de propagação não controlada; e produzindo novidade (...) por onde passa” (WWF, 2004, p. 117). O estabelecimento de conexões em uma rede é equivalente ao estabelecimento de “vias de comunicação nas quais sentidos são trocados, transformados, distribuídos” (p. 118). Na verdade, uma rede é uma estrutura de comunicação. Deduz-se daqui “um bom indicador da qualidade dos processos na rede: quando a informação flui, há uma operação plena na rede; quando a informação pára, é concentrada ou represada, há um processo de concentração ou desconexão em curso” (p. 119). Em potencial, a comunicação deve acontecer de todos com todos – “a comunicação não pode ser de mão única e a distribuição da informação deve se dar também de forma descentralizada e não linear” (p. 119). É nesta lógica que devem ser pensados, organizados e pensados os instrumentos de comunicação.

O Projeto pensou nos recursos para comunicação à distância, nas mídias convencionais, que dependem da animação do desejo que alimenta a rede e suas intenções. Por causa da fluidez da organização em rede (“submetidas à dinâmica dos afetos de quem participa delas”, p. 130), tanto mais evidente quanto maior a distância entre seus pontos – como é o caso dos países que são membros da CPLP, que mais sofrem das instabilidades políticas, sociais e econômicas inerentes a qualquer projeto transnacional – a sua fragilidade é grande e o exercício da participação, exigente e complexo.

Por esse motivo são fundamentais momentos presenciais entre os pontos que normalmente só se conversam em espaços virtuais, facilitados pelas tecnologias de informação e comunicação (TIC’s).

O mais poderoso “meio de comunicação” é, sem dúvida, a situação de conversação, seja ela entre duas pessoas ou num ambiente de grupo. Enumerar os motivos que sustentam tal afirmação seria exaustivo, mas basta ressaltar um aspecto, conexo aos príncipios da rede, para justificá-la: a dinâmica complexa de realimentação (e, portanto, auto-regulação) mobilizada pelo contato fisíco-afetivo-simbólico entre seres humanos implicada na conversação. Cheiros, sinais corporais, imagens, imagens mentais, processos lógicos, são trocados de forma vertiginosa, não-linear e simultânea, quando duas ou mais pessoas empreendem um diálogo.

Esta aparentemente óbvia constatação é, contudo, decisiva para o projeto de comunicação e para o fomento à participação no âmbito da rede. A animação depende da criação desses espaços de conversação, o terreno mais propício ao surgimento dos laços sociais – que se traduzem também em vínculos de afeto entre as pessoas e que são vitais para o pleno desenvolvimento das redes. A interação face-a-face e a “comunicação sem distância” que ela agencia impõem-se como o principal agente catalisador das ações. Em outras palavras são os principais influxos de ânimo, ou sopros de vida, das redes.

Em termos práticos, criar espaços de conversação significa promover encontros presenciais, nos quais os participantes da rede possam ter a oportunidade de estabelecer contatos, conversar, trocar idéias e intercambiar experiências, se reconhecer no outro, construir sensos de identidade, comparar diferenças e criar vínculos afetivos. (WWF, 2004, p. 131, 132)

O Projeto prevê reuniões que congreguem os seus pontos focais (Comitê Gestor), correspondendo a um desses espaços de conversação, mais do que contatos de articulação, reuniões de trabalho, que caracterizam “momentos de trabalho, de decisão, de intercâmbio técnico, de manifestação política” (p. 132), além de momentos de interação pessoal, onde se anima a participação na rede que é o Projeto. É estratégico que a realização desses encontros seja regular e periódica, inclusive, assim como a comunicação à distância pode ser afectada negativamente se esses momentos mobilizadores são escassos ou distantes, também é nessa situação presencial que podem se agregar mais pontos à rede e fortalecer os pontos chave que a mantêm operacional.

Prevê também missões de formação técnica, como a que teve lugar o ano passado, em caráter experimental, em São Tomé e Príncipe. Além do Seminário de EA na CPLP.

A Plataforma de Cooperação na área ambiental da CPLP percebe toda esta teoria e só neste segundo semestre de 2009, três eventos de relevo tiveram (ou terão) lugar. Relacionados ao combate à desertificação, às questões energéticas e planejamento e gestão das zonas costeiras dos países CPLP, são estratégicos e imperdíveis.

Sugere-se a consulta individual dos referidos momentos presenciais na página da CPLP:

http://www.cplp.org/Ambiente.aspx?ID=126


Referências bibliográficas

CAPRA, F. A teia da vida – uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix/Amana-Key, 2001.

WWF-Brasil. Redes – Uma introdução às dinâmicas da conectividade e da auto-organização. 2. ed. Brasília: WWF-Brasil, 2004. 161 p.